A falta de uma organização coletiva dos esforços de produção de dados e informação do solo é uma marca bastante característica das últimas décadas. Sabe-se pouco sobre os métodos e procedimentos utilizados nas diferentes situações, sobre quais locais já foram estudados e amostrados, sobre qual é a acurácia e precisão dos dados e informações gerados, e mesmo onde estão esses dados e informações. Não é difícil imaginar que, num cenário de dispersão de esforços, estudos quase idênticos já tenham sido realizados sem que um soubesse da existência do outro. Iniciativas internacionais, como a Aliança Global pelo Solo, e nacionais, como o PronaSolos, são resultado da preocupação, em todo o mundo, não apenas de cientistas do solo, mas também de tomadores dos decisão, com esse cenário.